Princípios

1. Envolvimento dos homens, como dever na luta pela igualdade de género e promoção dos direitos humanos, saúde e bem estar das mulheres e raparigas;
2. Questionamento permanente da violência perpetrada por homens contra as mulheres (questionamento de versões violentas de masculinidade);
3. Envolvimento de homens na realização de tarefas domésticas (desafiando a divisão sexual  do trabalho e todos os papéis socialmente construídos que fomentam a discriminação baseda no sexo);
4. Resposta pela diversidade sexual e pelos direitos sexuais e reprodutivas;
5. Reconhecimento de que tanto as mulheres quanto os homens manifestam vulnerabilidades e enfrentam desafios no contexto dos papéis e expectativas sociais associadas a cada um dos géneros;
6. Envolvimento positivo dos homens, a partir de exemplos de comportamentos masculinos modelares; isto é, que respeitam e promovem os direitos das mulheres e condenam prática e objectivamentea violência em todos os seus sentidos;
7. Participação igualitária e descomplexada de homens e mulheres, rapazes e raparigas como um direito que lhes assiste, em todos os domínios da vida social;
8. Não discriminação, advogando activamente a eliminação do sexismo, da exclusão social, da homofobia, do racismo ou de qualquer outra forma de comportamento descriminatório contra os homossexuais/bissexuais/homens e mulheres;
9.Transparência, fundada na prestação de contas à sociedade, incluindo a publicação das suas fontes de financiamento e orçamentos anuais;
10. Colaboração permanente com diferentes actores através de um diálogo franco e aberto sobre diferenças institucionais e uma permanente busca de consensos e;
11. Acções basedas em evidências, procurando sempre trabalhar com abordagens baseadas em evidências para o engajamento de rapazes e homens.

Principles

1.    Engagement of men as duty, in fight for gender equality and promotion of human rights, health and well being of women and girls;
2.    To fight permanently violence perpetrated by men against women (questioning the masculinity’s version of violence);
3.    Men engagement in domestic tasks (challenging the sexual labour division and all socially built roles that promote and spread discrimination based on sex);
4.    Respect sexual diversity and sexual and reproductive rights;
5.    Acknowledgement that men manifest the same vulnerability and face the same challenges as women do in the scope of social role and expectations related at each gender;
6.    Positive men engagement through good examples of masculinity behaviour or that promote the women rights and condemn in practical and objective manner  violence in all senses; 
7.    Equalitarian and uninhibited participation of men, women, girls and boys, as right in all spheres of social life;
8.    No discrimination, advocating actively against sexism , social exclusion, homophobia, racism or another form of discriminatory behaviour against homosexuals/bisexuals/men and women;
9.    Transparency based on accountability to society, including the publicity of financial sources and annual budgets;
10.    Partnership with different actors, supporting an open dialogue between the several institutions and a permanent seek of consensus and;
11.    Actions based on evidences, seeking always to work with approaches based on evidences in order to engage boys and men.